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A importância do brincar e da ludicidade na escola – Renata Aguilar

O mundo evolui muito rápido, novas tecnologias e avanços surgem todos os dias. Junto com a globalização e a tecnologia, aparecem como protagonistas nossas crianças cada vez mais envolvidas neste dia a dia extremamente tumultuado. Atualmente, as crianças são inseridas cada vez mais cedo num contexto cultural repleto de informação, violência e consumismo.

O retorno às aulas presenciais deve ser planejado com muito cuidado, de forma acolhedora que proporcione a interação e o brincar.

Numa sociedade onde as crianças perderam os parques ao ar livre, vivem dentro de apartamentos conectados aos tablets, celulares e outros aparelhos eletrônicos, brincar na escola favorece o desenvolvimento criativo e uma socialização com os colegas através de resgate de valores, como solidariedade, trabalho em equipe, valorização do esforço além do conhecimento adquirido com os conteúdos curriculares. É transformar as aulas teóricas em aulas lúdicas, alegres e motivadoras.

Uma pesquisa da Universidade de Ulster, na Irlanda do Norte, feita com 500 adultos, constatou que os adultos mais saudáveis e com um estilo de vida mais ativo tiveram uma infância cheia de brincadeiras.

O lúdico consiste em proporcionar uma aprendizagem prazerosa e significativa para a criança.

O modo mais motivador e atraente é aquele que o professor oferece aos alunos uma vivência diferente com experiências lúdicas, pois brincar, jogar, contar histórias e cantar fazem parte do universo infantil.

A brincadeira está envolvida na vida da criança desde os primeiros meses. Percebemos isso ao observar a criança brincando com suas próprias mãos quando bebê, ou quando um adulto brinca de “esconder” objetos, rostos, e a criança procura como se realmente o objeto tivesse sumido.

No decorrer da vida, a criança vai tendo contato com diferentes objetos, muitas vezes, simples, que fazem parte de suas brincadeiras, como o bater em uma panela fazendo barulho ou até mesmo, empilhando caixas e, em seguida, derrubando-as.

Todo este processo contribui para a construção de sistemas internos e para a comunicação com o mundo externo. É muito interessante observarmos as crianças brincando sem a intervenção de um adulto. Elas determinam regras, papéis, elaboram e reproduzem situações vivenciadas pelos adultos com quem convivem.

É através da brincadeira que a criança passa a se inserir na sociedade, aprende a compartilhar, tolerar, compreender e se comportar diante dos outros. Se integrarmos a brincadeira com a rotina escolar, proporcionaremos novas experiências, aumentando suas potencialidades, formando conexões neurais que serão importantes para o seu desenvolvimento mental e corporal no futuro.

Brincar é compartilhar, compartilhar é interagir, interagir é amar.

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